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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O Mundo da Animação

Tudo começou na Escola M Santa Fé, em 2009. A ideia de trabalhar a "Imagem em  Movimento", me levou para um mundo muito divertido, e em 2011 já na Escola M Nossa Senhora de Fátima, retomei o trabalho, mas desejava ir além.
Já tínhamos o princípio, os brinquedos ópticos e duas idéias a seguir: O Cinema ou O Mundo da Animação.
Foi então que juntamente com as professoras de arte, optamos por entrar no mundo da animação, seguindo a trilha dos desenhos animados.
A ideia era apresentar a evolução do desenho animado, saindo dos brinquedos ópticos ate chegar nos desenhos em 3D. Então apresentamos aos alunos o primeiro desenho animado, o primeiro desenho sonorizado, falamos sobre as "sinfonias ingenuas" de Walt Disney (dando destaque para Os Três Porquinhos), o primeiro longa metragem da Disney(Branca de Neve e os Sete Anões, o desenho animado no Brasil ( A Turma da Mônica).
Realizamos varias atividades envolvendo as linguagens artísticas, Música, Teatro e Artes Visuais.
Vou colocar o link das atividades desenvolvidas.
Eu amei a pesquisa, amei desenvolver o trabalho e principalmente amei o resultado!
Espero que gostem.


AOS POUCOS VOU COLOCANDO O LINK DAS AULAS AKI


Massinha

Teatro

Musica

Mostra de Arte 2011

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Medo

MEDO

Trabalho realizado na Escola M. Nossa Senhora de Fátima, com os alunos do pré, 1º ano e 2º ano, a partirda musica de Hélio Ziskind - A Noite no Castelo.
Primeiramente realizamos uma roda de conversa sobre o medo,o medo  do imaginário e do real, colocamosa música para eles ouvirem,  em seguida ilustramosa história no quadro. Então foi entregue moldes de fantasminhas para que elescontornassem e recortassem criando seus próprios moldes, os alunos maioresforam estimulados a criar seus próprios desenhos de fantasmas, bruxas,castelos, etc.


Hélio Ziskind - A Noite no Castelo.












 






Parceiras nesse trabalho: Profª Katia e Profª Karina

sábado, 23 de janeiro de 2010

Os Musicos de Bremen



"Um homem tinha um burro que, há muito tempo, carregava sacos de milho para o moinho. O burro, porém, já estava ficando velho e não podia mais trabalhar. Por isso, o dono tencionava vendê-lo. O pobre animal, sabendo disso, ficou muito preocupado, pois não podia imaginar como seria seu novo dono... e então, para evitar qualquer surpresa desagradável, pôs-se a caminho da cidade de Bremen.

"Certamente, poderei ser músico na cidade", pensava ele.
Depois de andar um pouco, encontrou um cão deitado na estrada, arfando de cansaço.
- Por que estás assim tão fatigado? perguntou o burro.
- Amigo, já estou ficando velho e, a cada dia, vou ficando mais fraco. Não posso mais caçar; por isso meu dono queria me entregar à carrocinha. Então, fugi, mas não sei como ganhar a vida.
- Pois bem, lhe disse o burro. Minha história é bem semelhante à sua. Vou tentar a vida como músico em Bremen. Venha comigo. Eu tocarei flauta e você poderá tocar tambor.

O cão aceitou o convite e seguiu com o burro. Não tinham andado muito, quando encontraram um gato, muito triste, sentado no meio do caminho.
- Que tristeza é essa, companheiro? lhe perguntaram os dois
- Como posso estar alegre, se minha vida está em perigo? respondeu o gato. Estou ficando velho e prefiro estar sentado junto ao fogo, em vez de caçar ratos. Por esse motivo, minha dona quer me afogar.
- Ora, venha conosco a Bremen, propuseram os outros. Seremos músicos e ganharemos muito dinheiro.

O gato, depois de pensar um pouco, aderiu e acompanhou-os. Foram andando até que encontraram um galo, cantando tristemente, trepado numa cerca.
- Que foi que lhe aconteceu, amigo? perguntaram os três.
- Imaginem, respondeu o galo, que amanhã a dona da casa vai ter visitas para o jantar. Então, sem dó nem piedade, ordenou ao cozinheiro que me matasse para fazer uma canja.
Os outros, então, lhe propuseram:
- Nós vamos a Bremen, onde nos tornaremos músicos. Você tem boa voz. Que tal se nos reunissemos para formar um conjunto?
O galo gostou da idéia e juntando-se aos outros seguiram caminho.

A cidade de Bremen ficava muito distante e eles tiveram que parar numa floresta para passar a noite. O burro e o cão deitaram-se em baixo de uma árvore grande. O gato e o galo alojaram-se nos galhos da árvore.
O galo, que se tinha colocado bem no alto, olhando ao redor, avistou uma luzinha ao longe, sinal de que deveria haver alguma casa por ali. Disse isso aos companheiros e todos acharam melhor andar até lá, pois o abrigo ali não estava muito confortável.

Começaram a andar e, cada vez mais, a luz se aproximava. Afinal, chegaram à casa. O burro, como era o maior, foi até a janela e espiou por uma fresta. À volta de uma mesa, viu quatro ladrões que comiam e bebiam. Transmitiu aos amigos o que tinha visto e ficaram todos imaginando um plano para afastar dali os homens. Por fim, resolveram aproximar-se da janela. O burro colocou-se de maneira a alcançar a borda da janela com uma das patas. O cão subiu nas costas do burro. O gato trepou nas costas do cão e o galo voou até ficar em cima do gato.

Depois, a um sinal combinado, começaram a fazer sua música juntos: o burro zurrava, o cão latia, o gato miava e o galo cacarejava. A seguir, quebrando os vidros da janela, entraram pela casa a dentro, fazendo uma barulhada medonha.

Os ladrões, pensando que algum fantasma havia surgido ali, saíram correndo para a floresta. Os quatro animais sentaram-se à mesa, serviram-se de tudo e procuraram um lugar para dormir. O burro deitou-se num monte de palha, no quintal; o cão, junto da porta, como a vigiar a casa; o gato, junto ao fogão, e o galo encarapitou-se numa viga do telhado. Como estavam muito cansados, logo adormeceram.

Um pouco além da meia noite, os ladrões, verificando que a luz não brilhava mais dentro da casa, resolveram voltar. O chefe do bando disse aos demais:
- Não devemos ter medo!
E mandou que um entrasse primeiro para examinar a casa. Chegando à casa, o homem dirigiu-se à cozinha para acender um vela. Tomando os olhos do gato, que brilhavam no escuro, por brasas, tentou neles acender um fósforo. O gato, entretanto, não gostou da brincadeira e avançou para ele, cuspindo-o e arranhando-o. Ele tomou um grande susto e correu para a porta dos fundos, mas o cão, que lá estava deitado, mordeu-lhe a perna. O ladrão saiu correndo para o quintal, mas, ao passar pelo burro, levou um coice. O galo, que acordara com o barulho, cantou bem alto: - Có, có, ró, có!!!!

Sempre a correr, o ladrão foi se reunir aos outros, a quem contou:
- Lá dentro há uma horrível bruxa que me arranhou com suas unhas afiadas e me cuspiu no rosto. Perto da porta, há um homem mau que me passou um canivete na perna. No quintal, há um monstro escuro, que me bateu com um pedaço de pau. Além disso tudo, no telhado está sentado um juiz, que gritou bem alto:
"- Traga aqui o patife!!!"... Acho que não devemos voltar lá... é muito perigoso!!

Depois disso, nunca mais os ladrões voltaram à casa, e os quatro músicos de Bremen sentiam-se muito bem lá, onde faziam suas músicas e viviam despreocupados. De vez em quando alguém das redondezas os chamavam e lá iam eles, felizes e contentes, tocar a sua música...."


Trabalhar música e não criar um teatro a partir desta história, seria um desperdicio
Após contar a história mostrei aos alunos do 2º ao 5º ano uma grande caixa cheia de objetos e tecidos onde eles deveriam usar para caracterizar-se e montar o teatro, deixei todos bem a vontade,o resultado foi maravilhoso!





Aos alunos do 1º Ano e do Pré apresentei a caixa com objetos e também levei fantoches dos personagens da história, novemente deixei todos muito a vontade para preparar e apresentar o teatro.








domingo, 30 de agosto de 2009

Música, sons..musicalização,

Quando decidi trabalhar a linguagem musical nas aulas de artes.. foi uma decisão consiente.. pois percebia que os alunos estavam trabalhando apenas artes visuais, e as demais linguagens estavam ficando realmente de lado. Tive muito apoio na escola, da direção, da equipe pedagógica e principalmente da minha companheira Jucimere.. que tem contribuído muito com nossas aulas.

Trabalhar com sons é muito prazeroso.. mas confesso que tenho gasto bastante tempo em pesquisas, o que é muito bom pois estou sempre querendo e pesquisando mais e mais..
Estava tudo combinado.. voltando das férias iniciaremos uma nova linguagem: MÚSICA.

Enfim tivemos a primeira aula sobre sons (como já postei aqui no blog), e derrepente veio a gripe H1N1.
Ficamos duas semanas em casa mas na verdade não consegui sussegar.. pesquisei muito... troquei idéias com outra companheira de vários momentos...Joelci, e enfim voltei com mais aulas prontas.....
Porém uma epicondilite me impossibilitou de postar as aulas.. mas agora.. aos poucos vou registrando passo a passo do trabalho realizado.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Musicalização

MUSICALIZAÇÃO

A ideia de trabalhar musicalização com os alunos já era "antiga", desde uma oficina que participei há bastante tempo. Enfim agora vai! Bem espero fazer um bom trabalho, ou pelo menos não fazer nada de errado, já que ouvi que devo seguir minha intuição, uma vez que nossa proposta pedagógica é extremamente deficiente nessa linguagem.
 Iniciei com uma breve conversa com os alunos, primeiramente sobre o silencio, buscamos ouvir os sons da sala, das outras salas, o sons fora da escola , então, conversamos sobre o que ouvimos no silencio.  Em seguida falamos sobre o tipo de música eles ouvimos em casa e sobre os elementos formadores do som, é claro, devemos sempre usar uma linguagem adequada a cada faixa etária.

INTENSIDADE    ALTURA    TIMBRE    RITMO    DENSIDADE


É interessante explorar com os alunos os sons que podemos tirar de objetos e também do nosso corpo, por exemplo, as crianças adoraram fazer sons com a boca, sons com as partes do corpo. Fizemos também um desafio de ver qual turma conseguiria fazer mais sons diferentes usando um pote com botões e um lápis.
Depois se encantaram com um xilofone de garrafas formado por 7 garrafinhas de vidro com água colorida dentro. Todos puderam explorar o instrumento. O que mais gostei foi de perceber o cuidado de todas as turmas com o material. Apesar de buscarem sons mais fortes eles batiam com cuidado nas garrafinhas.
E por fim se divertiram com o bingo dos sons, conforme a faixa etária, o tempo disponível e o interesse da turma, foi encaminhado o jogo. Lápis e canetas foram os premios do Bingo dos Sons. Os dados foram usando como variação do jogo de bingo e também para que eles imitassem os sons.