domingo, 28 de junho de 2009

Sou uma mulher cheia de desejos ......E um menina cheia de sonhos... Sou uma mulher que luta ......E uma menina que chora... Uma mulher que briga ......E uma menina que brinca... Sou uma mulher correta ......E uma menina travessa... Sou simplesmente eu mesma ......Nos erros e nos acertos... Às vezes careta ......Às vezes moderna...
E desse jeitinho vou levando a vida...

sábado, 27 de junho de 2009

Quem mora na casinha torta??





Quando decidimos apresentar a vida e obra do artista Alfredo Volpi na escola, não imaginei quanto poderiamos explorar afinal tudo ira depender do interesse dos alunos. Partindo das Fachadas que Volpi pintou, apresentamos a definição de moradia e fachadas, para então apresentar a Casinha Torta. Este poema já era conhecido das professoras da Escola, porém poucos alunos lembravam, muito menos em forma de música.
Quem me ensinou esta música foi a Professora Maria Antonieta., uma pessoa incrível que conheci quando trabalhei na Educação Infantil.

Mas graças aos amigos do blog tenho a oportunidade de das os créditos devidos. Valeu!!

 "A música "Quem "mora?" é de autoria de Denise Mendonça e letra de Maria Mazzetti. Foi gravada em LP em 1981 pelo Grupo Olá e recentemente regravada em CD"



Casinha Torta
Quem mora na casa torta, quem mora?
Quem mora na casa torta, quem mora?
Um gato que usa sapato e tem retrato no quarto..
Uma florzinha pequenininha de sainha curtinha...
Um elefante com rabinho de barbante..
Um papel de óculos e chapéu..
Um botão que toca violão...essa não!!!
Um pente com dor de dente, um pente com dor de dente!
Quem mora na casa quem??
Invente depressa alguém faça janela e porta na minha casinha torta.

(Autor Maria Mazzetti.)



quinta-feira, 25 de junho de 2009

Sou um professor..

Nasci no primeiro momento em que uma pergunta saltou da boca de uma criança. (...)
No decorrer de um dia já fui chamado para ser artista, amigo, enfermeiro, médico, treinador, tive de encontrar objetos perdidos, emprestar dinheiro, fui motorista de táxi, psicólogo, substituto de pai e mãe, vendedor, político e guardião da fé. (...)
Eu sou um paradoxo. Quanto mais escuto, mais alta se faz ouvir minha voz. Quanto maus estou disposto a receber com simpatia o que vem de meus alunos, mais tenho para oferecer-lhes. Sou um caçador de tesouros, dedicado em tempo integral à procura de novas oportunidades para meus alunos usarem seus talentos e buscando sempre descobrir seu potencial, as vezes enterrado sob o sentimento de fracasso (...)
A mim é dado cuidar que a vida renasça a cada dia com novas perguntas, melhores idéias e amizades sólidas. (...) A mim é dado cuidar que a vida renasça a cada dia com novas perguntas, melhores idéias e amizades sólidas. (...)
Tenho um presente desafiador, cheio de aventuras e alegrias, porque me é dado passar por todos os meus dias com o futuro.
Sou um professor e agradeço a Deus por isso todos os dias de minha vida.

“Ai de nós educadores, se deixarmos de sonhar sonhos possíveis...”

Trechos do poema de John W. Schlatter

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Alfredo Volpi


A partir de mais uma obra de Alfredo Volpi, realizamos este lindo trabalho com os alunos do Pré ao 5° ano.
Aproveitamos a necessidade de reduzir rezíduos e reaproveitar materiais, para utilizar a técnica de gravura em caixa de leite longa vida.



































domingo, 21 de junho de 2009

Alfredo Volpi

Foi maravilhoso trabalhar a obra de Alfredo Volpi.










O resultado ficou LINDO!


Alfredo Volpi
Conhecido como o pintor das “bandeirinhas”, Alfredo Volpi nasceu em Lucca, Itália, dia 14 de abril de 1896. Em 1897, a família Volpi emigra para São Paulo destino comum aos filhos de imigrantes italianos.

Volpi inicia-se em trabalhos artesanais e, em 1911, torna-se pintor decorador. Um acontecimento fundamental para a evolução de Volpi foi a sua mudança para Itanhaém, sua esposa teve problemas de saúde e mudou-se para o litoral, o artista a acompanhou.

Daí em diante suas obras seriam dominadas pelas cores e pelo estilo abstrato geométrico. Exemplo marcante disso são suas bandeirinhas multicoloridas, que se tornaram sua marca registrada. Só pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou tintas industriais. Volpi preparava várias pinturas parecidas, alterando cores. Volpi Morre em 28 de maio1988.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Linhas, Formas e Cores



Joan Miró


Ele nasceu em Barcelona e, na escola, era apelidado de "cabeçudo", por ser considerado o garoto mais abobalhado entre os colegas. Passava o tempo desenhando ou colecionando pedras e plantas. A contragosto, o senhor Miguel Miró Adzerias permitiu que o filho, aos 14 anos, ingressasse na Escola de Belas Artes de Barcelona. Mas o jovem não chegou a esquentar os bancos da instituição. Insatisfeito com o currículo essencialmente acadêmico, deixou de freqüentar as aulas.O pai de Miró convenceu-se de que o rapaz era um caso perdido. Obrigou-o então a se empregar como guarda-livros em uma drogaria e disse que ele precisava começar a planejar o próprio sustento. Resultado: a pressão e a rotina burocrática do trabalho levou o jovem Miró a uma crise de depressão, que veio acompanhada de febre tifóide.Foi durante o período de convalescença, numa fazenda da família em Montroig, nas montanhas da Catalunha, que Miró decidiu levar adiante, apesar das resistências paternas, o projeto de ser artista. Ao retornar a Barcelona, passou a freqüentar o ateliê e escola de arte de Francisco Gali, a partir dos quais passou a travar contato com o mundo artístico e boêmio da cidade. Apesar disso, seu comportamento arredio e introvertido nunca lhe permitiram acompanhar os colegas nas costumeiras incursões madrugada adentro.Por volta dos 25 anos, em 1919, decidiu mudar-se para Paris, onde as vanguardas dominavam o cenário artístico e cultural. Instalado na capital francesa, Miró ficou particularmente interessado nas experiências surrealistas de exploração do inconsciente. "Ele foi o mais surrealista de todos nós", chegou a dizer o líder inconteste do movimento, o escritor André Breton.Mais tarde, ao recordar esse período de sua vida, em que alternava os verões em Montroig e os invernos em Paris, o próprio Miró diria que havia uma diferença básica entre eles e os colegas ligados ao surrealismo. Enquanto estes utilizavam substâncias artificiais para "abrirem livremente as portas da percepção", seu principal canal com o mundo da alucinação e do delírio era mesmo a fome."Eu voltava tarde da noite para casa e, por falta de dinheiro, não jantava. Assim, rabiscava no papel as sensações que a fome provocava em meu organismo", revelaria. Sem conseguir vender um número suficiente de quadros que lhe permitisse uma vida apenas razoavelmente digna, Miró chegou a enfrentar o rigoroso inverno de 1925 tiritando de frio, pois não tinha recursos para sequer mandar consertar o aquecedor que estava quebrado.Um contrato com o negociante de quadros Jacques Viot tirou-lhe dos tempos de penúria extrema. Em 1928, Miró aproveitou os melhores ventos e viajou para a Holanda, em busca de novas fontes de inspiração. No ano seguinte, casou-se com Pilar Juncosa, que lhe daria a única filha, Dolores, e com quem passaria a morar em Paris e, posteriormente, na Espanha. O artista levou um vida sossegada, dedicado integralmente à família e à arte, até o momento em que o fantasma da Guerra Civil Espanhola exigiu-lhe uma tomada de posição.Contrariado, Miró trocou novamente a Espanha pela França, mas participou ativamente da luta pela liberdade de seu país. Pintou cartazes de propaganda política e idealizou o painel "O Ceifeiro", que seria apresentado ao lado do célebre "Guernica", de Pablo Picasso, no pavilhão espanhol da Exposição Internacional de Paris.Quando estourou a Segunda Guerra Mundial, Miró viu-se forçado a deixar novamente a França, em 1940, diante da iminência da ocupação nazista em Paris. Depois de uma temporada em Maiorca, retornou a Barcelona, em 1942. Nesse momento, o artista confessou por mais de uma vez que estava desiludido com os rumos da vida na Europa e temeu a vitória de Hitler. São desse período algumas de suas obras mais líricas e famosas, as que compõem a série "Constelações", na qual parece conjurar céus inteiros para se sobrepor à fúria cega desencadeada pela guerra.Miró e sua arte sobreviveram ao conflito e ganharam reconhecimento internacional definitivo nas décadas seguintes. Morreu aos 90 anos, rico e bem-sucedido, celebrado em todo mundo como um dos maiores artistas do século 20.